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  • dragisele

Série Hormônios e Obesidade: Testosterona



Sabia que mulher também tem testosterona? Pois é! Muita gente não sabe, mas esse hormônio também é fundamental para o corpo feminino. A diferença é que, nos homens, os níveis são até 30 vezes mais elevados.


E como eu tenho falado aqui nas últimas semanas, muitas vezes, o ganho de peso está relacionado a um desequilíbrio hormonal. Com a testosterona não é diferente: a obesidade é um dos principais problemas que a redução da quantidade desse hormônio no organismo pode causar.


Além do sobrepeso, a queda hormonal está relacionada a sintomas como:

  • Diminuição da libido;

  • Fadiga frequente;

  • Dificuldade de concentração;

  • Resistência à insulina e risco de diabetes;

  • Estresse e ansiedade em alta;

  • Humor depressivo;

  • Perda de força e de massa muscular;

  • Aumento de doenças reumatoides;

  • Celulite e varizes;

  • Pele menos viçosa e olhos secos;

  • Piora da osteoporose.

Tudo isso porque a testosterona é fundamental para vários processos orgânicos como funções sexuais, disposição física, manutenção dos níveis de energia, o funcionamento do coração e o crescimento ósseo e muscular.


A quantidade do hormônio no organismo diminui naturalmente com o envelhecimento. Mas alguns fatores como estresse, sedentarismo, uso de anticoncepcionais e maus hábitos alimentares contribuem para uma redução mais rápida.

A deficiência de testosterona está associada com desequilíbrio energético e sensibilidade à insulina. A obesidade pode afetar diretamente os níveis de testosterona e a testosterona mais baixa contribui ainda mais para o acúmulo de gordura no corpo, criando um ciclo negativo denominado hipogonadal-obesidade.


Níveis muito baixos, a ponto de desencadear os sintomas citados, devem ser avaliados e corrigidos por meio de acompanhamento médico. O tratamento é seguro e preserva a feminilidade da mulher.

O impacto da terapia de reposição de testosterona no tratamento da obesidade é alto e positivo pois, além de aumentar a motivação, vigor e energia do paciente, a reposição age diretamente melhorando ações metabólicas.

Além da ajuda profissional, alguns cuidados ajudam a preservar os níveis adequados desse hormônio. Dormir bem, seguir uma dieta nutritiva e balanceada, beber dois litros de água por dia, praticar atividade física regularmente e controlar o estresse são alguns desses cuidados.

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Se você já fez de tudo para emagrecer e continua brigando com a balança, o problema pode estar justamente na deficiência desse hormônio ou no desequilíbrio de outras substâncias químicas cruciais ao bom funcionamento do organismo e à manutenção do peso. Exames bioquímicos podem mostrar o que anda errado. Quer uma ajudinha? Fale comigo!


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