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Reposição hormonal: quais os benefícios do tratamento e quem pode fazer


Toda mulher que passa pela menopausa vai ter que conviver com oscilações hormonais e outros sintomas que afetam bastante a sua qualidade de vida. Para essa mulheres, a reposição hormonal pode ser uma boa opção.

Durante o período de climatério, é perceptível algumas alterações no corpo da mulher, além do aumento no risco de desenvolver problemas de saúde relacionados a mudanças no organismo.

A terapia hormonal é uma alternativa capaz de minimizar essas os incômodos típicos do período, tais como: fogachos, aumento de suor, diminuição da libido e secura vaginal, dor de cabeça, insônia, mudanças de humor, queda de cabelo, desconfortos urinários, diminuição do níveis de colágeno no organismo. Além disso, a reposição ajuda a diminuir o risco de desenvolver depressão, osteoporose, entre outras condições.

Como dito anteriormente, a terapia hormonal é uma alternativa, mas vai de cada paciente optar ou não por realizá-la, assim como algumas mulheres podem escolher realizar um tratamento específico apenas para um dos sintomas climatéricos.


Afinal, quando a reposição hormonal pode ser feita?

A reposição hormonal pode ser indicada no período próximo a menopausa, quando a mulher tem entre 50 e 59 anos de idade. O tratamento aumenta a proteção cardiovascular num período de até dez anos após a menopausa. Acima dos 60 anos o tratamento pode ser prejudicial. Mulheres que entram precocemente na menopausa, podem ser tratadas até a idade média da menopausa esperada.

Para quem a reposição hormonal é contraindicada?

Normalmente, mulheres com histórico de câncer de endométrio, câncer de mama, Acidente Vascular Cerebral (AVC), tromboembolismo agudo, infarto agudo do miocárdio, porfiria, doença coronariana, doença do fígado, hipertensão arterial, sangramento uterino sem causa conhecida, lúpus eritematoso sistêmico e meningioma não devem fazer a terapia hormonal.

Quais são os riscos da reposição hormonal?

Entre os riscos da reposição hormonal, podemos identificar o aumento nas chances de se ter câncer de mama. O risco está intimamente ligado ao tipo de reposição, duração, forma de administração e características. Também há um baixo risco da mulher desenvolver embolia pulmonar e venosa profunda.

Embora existam muitos medos e mitos, é importante ressaltar que, se feita de maneira correta e com boa indicação, os benefícios da reposição hormonal podem ser bastante significativos.


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