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  • dragisele

Estudos reforçam benefícios do jejum intermitente


Quando o assunto é emagrecer, surgem muitas fórmulas e modismos. Entre inúmeras dietas, atualmente, muito se fala no jejum intermitente.


E você deve estar se perguntando: “ele realmente funciona?”


Estudos recentes apontam que reduzir o número de horas as quais uma pessoa pode comer durante o dia, isto é, restringir a janela de alimentação diária, é capaz de resultar numa discreta perda de peso de 1% a 4%, mesmo sem cortar calorias. Segundo a professora e pesquisadora da Universidade do Alabama em Birmingham, Dra. Courtney M. Peterson, este tipo de jejum intermitente também apresenta melhora nos quadros de glicemia, pressão arterial e estresse oxidativo.


Os melhores resultados apresentados na 81ª sessão científica da American Diabetes Association (ADA), foram observados quando a janela alimentar foi iniciada cedo (ou seja, quebrando o jejum noturno pela manhã) e durou de 8 a 10 horas (por exemplo, das 8:00 h às 16:00 h ou das 8:00 h às 18:00 h), com jejum permitindo apenas água nas horas restantes.

E como a restrição da janela alimentar pode promover perda ponderal (perda de peso)?

Em um estudo cruzado de quatro dias com 11 adultos com sobrepeso, a restrição da janela de alimentação diária não influenciou o gasto de energia, mas diminui as oscilações de fome, melhorou os níveis dos hormônios relacionados ao apetite, como a grelina, e aumentou a oxidação de gorduras.

As pesquisas divulgadas recentemente, apontam que a maioria dos ensaios clínicos relatam que a restrição da janela de alimentação diária melhora um ou mais desfechos cardiometabólicos.

É importante ressaltar que, antes de começar a fazer o jejum, é importante ser orientado por um profissional, que solicitará exames a fim de analisar as condições metabólicas de cada paciente.


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